Na hora de escovar...
Abre logo a boquinha e experimenta a sensação da escova passando pelos seus dentinhos com aquele gostinho de morango do creme dental.
Minutos depois...
Estica-se todo. Dos dedinhos dos pés ficam só as pontinhas no chão.
O objetivo é alcançar as escovas de dentes do papai e da mamãe.
A meta é alcançar as escovas de dentes e colocá-las na boca antes que a mamãe ou papai digam que não.
Depois de alguns dias...
A escova mais parece uma enceradeira.
(Ele gosta de mordê-la após o banho.)
E ele diz: "Cová! Cová!"
Não tinha pensado nisso antes, mas agora acho que seria interessante em tirar fotos dos modelos de escova que ele já comeu, digo, que ele já usou.
Vamos ver quais que eu lembro:
Hahaha! Lembrei que eu fiquei entre as 20 primeiras colocadas em um concurso da Oral-B que descrevia como foi o primeiro sorriso do meu filho. Ganhamos uma escova de dentes amarela.
Ele já teve uma escova que era um pintinho e grudava na parede.
Teve escova do homem aranha, teve escova do Garfield.
E hpje ele usa uma escova azul da Colgate.
Esse mês vou ver se compro uma novidade.
Victor visitou o dentista quando tinha 6 meses. Agora que ele tem 16 dentes vai visitá-lo novamente.
Seus dentes são brancos e brilhantes. E seu sorriso é uma delícia!
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Terça-feira, 10 de Março de 2009
Bê-a-bá Victoriano
"Mamã iéié, cá boli cócó!" (Mamãe caiu a bolinha do cocoricó)
"A tiá...a tiá..." (O gato...o gato)
"Inn-ié pazzzsê?" (Passarinho?)
"Sá sá sá uá uá!!" (Sai cachorro!)
Apertando nosso rosto:"Iiiiiiiiiiinnnn innnnnnnnn" ("Eu te amo")
"Dá, abô!" (Pega, acabou.)
"A tiá...a tiá..." (O gato...o gato)
"Inn-ié pazzzsê?" (Passarinho?)
"Sá sá sá uá uá!!" (Sai cachorro!)
Apertando nosso rosto:"Iiiiiiiiiiinnnn innnnnnnnn" ("Eu te amo")
"Dá, abô!" (Pega, acabou.)
Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
Tudo o que eu preciso...
Tudo que eu preciso está em casa, olhando o mundo com curiosidade e inocência.
O maior aprendizado vem deste pequeno professor, que com sua enorme sabedoria mostra que o melhor está nas coisas simples.
O que eu aprendi:
O maior aprendizado vem deste pequeno professor, que com sua enorme sabedoria mostra que o melhor está nas coisas simples.
O que eu aprendi:
- Sorria sempre e grite de felicidade.
- Compartilhe a comida e o que te agrada.
- Demonstre carinho (sempre) a quem você gosta.
- Quando precisar de carinho, peça colo. Se ninguém te der atenção, arrume um jeito de dizer que você está lá e quer atenção.
- Chore quando perder alguma coisa, mas depois fique tranquilo, você vai conseguir superar.
- Dance quando houver música.
- Não bata nos outros e converse sempre.
- Brinque com a água quando estiver tomando banho. Ela é um bem precioso.
- Ame os animais e dê atenção a eles.
- De vez enquando, corra um pouquinho e pule. Faz bem e anima!
- Tire uma soneca quando puder.
Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008
Velhos Tempos Recentes
Ontem o Victor começou a engatinhar pela sala.
Ele já até corre, mas acho que deu vontade de dar uma “engatinhadazinha” pra relembrar os “velhos” tempos.
Comecei a vasculhar pelo meu disco rígido cerebral lembranças desta fase tão bonitinha da vida dele, quando os joelhinhos ficavam vermelhinhos no meio de tanta agilidade. Lembro que até ganhou umas joelheiras, mas de tão gordinhas, as perninhas ficavam piores do que sem o acessório. Aí ele ia, todo feliz com os joelhos no chão mesmo. Fazendo gracinhas, fugindo da gente soltando gritinhos como se dissesse: “Você não me pega!”
O Victor tinha por volta de sete meses quando começou a engatinhar “dos vera”. O local preferido para as fugas era o quarto do bisavô. Enquanto Seu Zé assistia seus jogos de futebol na TV, o bebê planejava a invasão do recinto para a alegria do vovô.
“Sinor, tu pai...” Assim dizia Seu Zé, com as mãos pra cima, como se estivesse dando a bênção ao invasor. O Victor logo dava meia volta, agora abençoado, soltando gritinhos eufóricos pela casa. Que alegria!
Aos nove meses, Victor ganhou um “andajá”. No primeiro dia ficou completamente parado, como se estivesse imobilizado por alguma força estranha. Alguns dias depois estava atropelando as pernas do bisavô. “Cuidado, Seu Zé...” dizíamos preocupados. E ele só ria, admirando a peraltisse de seu pequeno bisneto.
Engatinhando o Victor descobriu o mundo de verdade. Descobriu que ele mesmo, sozinho já poderá traçar o seu próprio caminho, tendo a certeza de que sempre estaremos ali por perto, para correr atrás dele e não deixar que nada de mal lhe aconteça.
...
O Seu Zé foi um grande coadjuvante nesta fase maravilhosa do bebê. Ele não chegou a presenciar os primeiros passinhos do “sinor”, mas com certeza estará acompanhando, lá do alto, todos os outros no decorrer de sua vida.
Obrigada, Seu Zé.
Ele já até corre, mas acho que deu vontade de dar uma “engatinhadazinha” pra relembrar os “velhos” tempos.
Comecei a vasculhar pelo meu disco rígido cerebral lembranças desta fase tão bonitinha da vida dele, quando os joelhinhos ficavam vermelhinhos no meio de tanta agilidade. Lembro que até ganhou umas joelheiras, mas de tão gordinhas, as perninhas ficavam piores do que sem o acessório. Aí ele ia, todo feliz com os joelhos no chão mesmo. Fazendo gracinhas, fugindo da gente soltando gritinhos como se dissesse: “Você não me pega!”
O Victor tinha por volta de sete meses quando começou a engatinhar “dos vera”. O local preferido para as fugas era o quarto do bisavô. Enquanto Seu Zé assistia seus jogos de futebol na TV, o bebê planejava a invasão do recinto para a alegria do vovô.
“Sinor, tu pai...” Assim dizia Seu Zé, com as mãos pra cima, como se estivesse dando a bênção ao invasor. O Victor logo dava meia volta, agora abençoado, soltando gritinhos eufóricos pela casa. Que alegria!
Aos nove meses, Victor ganhou um “andajá”. No primeiro dia ficou completamente parado, como se estivesse imobilizado por alguma força estranha. Alguns dias depois estava atropelando as pernas do bisavô. “Cuidado, Seu Zé...” dizíamos preocupados. E ele só ria, admirando a peraltisse de seu pequeno bisneto.
Engatinhando o Victor descobriu o mundo de verdade. Descobriu que ele mesmo, sozinho já poderá traçar o seu próprio caminho, tendo a certeza de que sempre estaremos ali por perto, para correr atrás dele e não deixar que nada de mal lhe aconteça.
...
O Seu Zé foi um grande coadjuvante nesta fase maravilhosa do bebê. Ele não chegou a presenciar os primeiros passinhos do “sinor”, mas com certeza estará acompanhando, lá do alto, todos os outros no decorrer de sua vida.
Obrigada, Seu Zé.
Terça-feira, 2 de Setembro de 2008
Retomando as atividades materno-blogais.
Fiquei um tempão sem escrever absolutamente uma linha sequer. Abandonei meu filho virtual que só fala do meu filho e das minhas peripércias como mãe de primeira viagem. Neste intervalo ele fez um ano, descobriu inúmeras coisas novas (mas continua babando como nunca) e eu só ficava pensando: Nossa, como seria ótimo dissertar sobre isso no meu blog.”E nem “tchum”. Então, pensei... sabe de uma coisa? Vou postar. Vou postar. Estou postando!
Em meio a Jobs para ontem, marido e filho pra cuidar e contas para pagar. Aqui tem sim um espaço para desfrutar da poesia da infância. Vivê-la novamente. E tentar registrar alguma coisa, algum detalhe que daqui há cinco anos seria esquecido completamente, ou lembrado devagarzinho, como um pequeno flash de bateria enfraquecida. Eu não quero isso. Quero lembrar destes momentos, que são os melhores da vida de alguém. Se não posso lembrar dos meus, vou lembrar dos dele.
Esta pequena criatura que logo de manhã, quando acorda, tem preguiça e continua deitado durante alguns minutos, com o dedo na boca. Ou com a chupeta ortodôntica, pois eu, em um ato de solidariedade com seus minúsculos dentinhos, retiro gentilmente, o dedinho, e faço a substituição.
Depois de descansar a preguiça deitado olhando para o nada, ele levanta, como se tivesse levado um choque de energia, desce da cama com toda a destreza de um filhote de leão e corre em direção ao banheiro, para puxar o papel higiênico e jogar no lixo ou então pegar um sabonete lacrado e me entregar sabendo que eu vou agradecer.
Não sei se você se deu conta (acho que sim, né?), mas eu acabei de dizer que ele dorme e ainda por cima desce da cama. É, ele está dormindo na cama, e eu o ensinei a descer. Eu admito: é culpa nossa. Ele está dormindo na cama por pura sem vergonhisse dos pais dele. É entre estas e milhões de “coisinhas” erradas e outras super certas que nós vamos crescendo e descobrindo. É por isso que eu estou aqui de novo.
Em meio a Jobs para ontem, marido e filho pra cuidar e contas para pagar. Aqui tem sim um espaço para desfrutar da poesia da infância. Vivê-la novamente. E tentar registrar alguma coisa, algum detalhe que daqui há cinco anos seria esquecido completamente, ou lembrado devagarzinho, como um pequeno flash de bateria enfraquecida. Eu não quero isso. Quero lembrar destes momentos, que são os melhores da vida de alguém. Se não posso lembrar dos meus, vou lembrar dos dele.
Esta pequena criatura que logo de manhã, quando acorda, tem preguiça e continua deitado durante alguns minutos, com o dedo na boca. Ou com a chupeta ortodôntica, pois eu, em um ato de solidariedade com seus minúsculos dentinhos, retiro gentilmente, o dedinho, e faço a substituição.
Depois de descansar a preguiça deitado olhando para o nada, ele levanta, como se tivesse levado um choque de energia, desce da cama com toda a destreza de um filhote de leão e corre em direção ao banheiro, para puxar o papel higiênico e jogar no lixo ou então pegar um sabonete lacrado e me entregar sabendo que eu vou agradecer.
Não sei se você se deu conta (acho que sim, né?), mas eu acabei de dizer que ele dorme e ainda por cima desce da cama. É, ele está dormindo na cama, e eu o ensinei a descer. Eu admito: é culpa nossa. Ele está dormindo na cama por pura sem vergonhisse dos pais dele. É entre estas e milhões de “coisinhas” erradas e outras super certas que nós vamos crescendo e descobrindo. É por isso que eu estou aqui de novo.
Terça-feira, 18 de Março de 2008
Sabedoria infantil
Por apenas um minuto ele ficou em pé. Sem segurar em absolutamente nada. Ficou olhando pra gente...rindo. Orgulhoso de si mesmo em sua grande conquista. Eu e o pai não conseguíamos esconder a emoção. Eu, feito uma mãe abobalhada, gritava "viva!" e batia palmas pro meu filho que está crescendo e conquistando seu espaço, superando a si mesmo e mostrando a suas novas habilidades. Ainda arriscou uma dancinha, mas como tudo tem seu tempo, logo as perninhas cansaram e a bundinha voltou pro "chão" da cama. E pensa que ele ficou triste? Nada! Cuidou de sair engatinhando todo rindo e babando como ninguém.
E eu, toda "toda" dei parabéns ao meu lindo bebê que agora está entrando em uma nova fase: tentar andar sozinho. Tombos e quedas virão por aí. Mas a vida é assim mesmo. Agente cai, às vezes se machuca, as vezes nem tanto. O importante é que sempre teremos a capacidade de levantar novamente e tentar de novo. E ele parece que sabe muito bem disso.
Os bebês nos ensinam muita coisa. Diante deste mundo louco, muitas vezes agente se perde no meio de tantos conflitos... agente não consegue enxergar a simplicidade das coisas.
Agradeço todos os dias por ter este pequeno sábio tão perto de mim.
E eu, toda "toda" dei parabéns ao meu lindo bebê que agora está entrando em uma nova fase: tentar andar sozinho. Tombos e quedas virão por aí. Mas a vida é assim mesmo. Agente cai, às vezes se machuca, as vezes nem tanto. O importante é que sempre teremos a capacidade de levantar novamente e tentar de novo. E ele parece que sabe muito bem disso.
Os bebês nos ensinam muita coisa. Diante deste mundo louco, muitas vezes agente se perde no meio de tantos conflitos... agente não consegue enxergar a simplicidade das coisas.
Agradeço todos os dias por ter este pequeno sábio tão perto de mim.
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